Um homem de sorte
(The lucky one)
Direção: Scott Hicks
Elenco: Zac Efron, Taylor Schilling, Blythe Danner
Sinopse: Durante uma incursão ao Iraque, Logan se salva de um ataque à bomba e encontra a foto de uma mulher desconhecida, que começa a carregar na carteira e considera seu amuleto da sorte. Depois de voltar, ele decide ir em busca dela e acaba trabalhando em seu canil.
Opinião da Maria: O que se pode dizer quando é lançado OUTRO filme baseado em um livro do Nicholas Sparks? Bom, vamos assistir, é um filme completamente desnecessário, mas tem 50% de chance de ser bom. Pois, não é! A história é previsível, os personagens não têm personalidade (apesar de serem bons atores, Schilling está se destacando em "Orange is the new black") e quem já tá cheio de cenas de beijo na chuva põe o dedo aqui. Daqui em diante, só vejo um filme do Sparks se tiver o Channing Tatum, a Rachel McAdams ou o Ryan Gosling, qualquer outra coisa é perda de tempo e de paciência.
Opinião do Misael: Eu poderia estar matando, roubando, mas não, eu dei uma chance para os filmes de Nicholas Sparks, alguns anos atrás, e me surpreendi com os interessantes Querido John e Diários de uma Paixão, que mostravam a tirania feminina pelo ponto de vista dos olhos dos inocentes protagonistas masculinos, usados e torturados por não a) oferecerem condição monetária estável; b) agradarem os costumes refinados e elitistas dos sogros. Difícil não se identificar. Além disso, as histórias tinham personagens interessantes e diretores que eram, ao menos competentes. Tudo que Um Homem de Sorte não tem. A premissa é boa, mas o filme é cansativo, cheio de clichês (tanto de trama quanto de efeitos de fotografia) e tem protagonistas sem química. Finaliza de forma digna dos filmes de baixo orçamento exibidos na Sessão da Tarde, que provavelmente será seu destino mais óbvio.
Opinião do Misael: Eu poderia estar matando, roubando, mas não, eu dei uma chance para os filmes de Nicholas Sparks, alguns anos atrás, e me surpreendi com os interessantes Querido John e Diários de uma Paixão, que mostravam a tirania feminina pelo ponto de vista dos olhos dos inocentes protagonistas masculinos, usados e torturados por não a) oferecerem condição monetária estável; b) agradarem os costumes refinados e elitistas dos sogros. Difícil não se identificar. Além disso, as histórias tinham personagens interessantes e diretores que eram, ao menos competentes. Tudo que Um Homem de Sorte não tem. A premissa é boa, mas o filme é cansativo, cheio de clichês (tanto de trama quanto de efeitos de fotografia) e tem protagonistas sem química. Finaliza de forma digna dos filmes de baixo orçamento exibidos na Sessão da Tarde, que provavelmente será seu destino mais óbvio.






